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Bonitinho, mas ordinário.

Ok, eu acho bonito, a forma é interessante, talvez seja resistente, mas não podia ter um acabamento? O Papel já esta comprometido pela cola, não podem nem falar que é para ajudar na reciclagem. Ia vender e durar mais com algum tipo de acabamento.

Original daqui.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Moveis de placa de Bambu






Este escritório trabalha o conceito do design verde, made in brooklyn, com materiais que não agridem a natureza, sem o cliche feito de papel, ou garrafas PET (que em pouquíssimo tempo estarão de volta aos lixos e cheios de cola...)

São móveis realmente duráveis, e muito bonitos, que você pode ter dentro de casa, sem ficar sonhando com outros móveis mais bonitos.

O Bambu é um material que realmente é fácil de trabalhar, de fazer placas com ele, e ainda por cima nasce muito, e quando mais se corta, mais nasce.. tudo de bom né?

O primeiro banquinho custa $300,0 a estante custa $2500,0 e o aparador custa $1800,0.

Veja mais coisas no site do Brave Space Design.


"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Eco-purse



Ainda na onda verde, (antes da responsabilidade social) achei essa bolsa, e no site tem outros modelos, carteiras, pulseiras...

Estou postando aqui para ver a reação, ainda não consegui saber se gosto dela ou não.

Feita de embalagens de leite, as famigeradas "tetrapack" (sim, tem outras empresas que usam o mesmo material, mas o nome pegou.. e o material laminada não tem um apelido), que tanto poluem são difíceis de reciclar, a ideia é boa, transforma o material do jeito que ele foi descartado, sem necessitar de grandes esforços ou dinheiro pra separas as 7 camadas de material que tem na embalagem.Esta é a coleção Confetti, e está disponível aqui.

Acho que as pequenas eu usaria "de bom grado".
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Google things

Vocês já visitaram a Google Store?
Eles tem tudo que gosto, compraria a maioria das coisas. Mas gostei particularmente dessa bolsinha pra celular, de neoprene, $3.00. Acho que esta eu usaria. Não gosto daquela "meinhas".


Ou isso. Vivo procurando uma carteira para os documentos e cartões, já que ando com dinheiro em outra carteira (Se eu for roubada, pelo menos não vou ter muito transtorno para tirar a segunda via dos documentos). Por "apenas" $30.00.




Quem não se lembra de ter uma mola na infância? Eu tive várias (todas embolaram e quebraram). Por $10.30




Sabe o melhor disso tudo, a Google é uma empresa que pelo menos tenta ser sustentável não só nos seus ideais, mas também nos seus produtos, que são recicláveis, ou reciclados, como esta mola acima, que é feita de aço reciclado, com embalagem em papel reciclado.

Esse é um tipo de serviço que nós da Sui Design nos propomos desenvolver, brinds, ou gifts para empresas, com um toque diferenciado, sob o olhar do designer de produto, não do publicitário, usando todo o nosso conhecimento de processos produtivos, materiais, comportamento, branding...

Vou continuar vendo mais coisas aqui....
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Aproveitamento de material

Fantástico aproveitamento de chapa de metal. Só desperdiça as quinas arredondadas.
Belo design, ótima solução, preço deve ser bacana (não achei quanto custa, mas desse jeito, não pode ser caro), bom pra natureza.


Da excelente Inno
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Moda sustentável - Materiais Alternativos

Como havia prometido aqui vamos falar um pouco sobre moda sustentável.

Hoje no Brasil podemos ver boas iniciativas de empresas, grandes ou pequenas, para levar a sustentabilidade ambiental a seus produtos.

Essas iniciativas são muito bem vindas, porque além de ajudar o meio ambiente, a moda é um meio de comunicação muito poderoso na nossa sociedade, e melhor do que falar sobre sustentabilidade é vestir sustentabilidade. Essa mensagem é muito mais clara e acessível do que discursos que podemos fazer.

Quando algumas grifes lançam coleções com tecidos diferentes, como fios de PET (Politereftalato de etila), elas estão ajudando o meio ambiente, reutilizando material que era lixo, e ainda, mostrando às pessoas que é importante fazer algo pelo planeta.

A Patagonia faz roupas com tecidos orgânicos, com fibras de PET a muito tempo, as suas roupas são voltadas para a área de esportes.




A kailash tem uma linha de produtos desenvolvida com fibras de bambu, que é natural, melhor no contato com a pele que produtos sintéticos, e além de ser biodegradável, o bambu, quanto mais se corta, melhor, nasce mais.

A coleção verão 2009 da mesma empresa lança algumas blusas eitas com fibra de Pet:



Além destes dois exemplos, tem muitas outras empresas, que trazem essa mesma política.
Inovam no uso de materiais, reaproveitando "lixo", material orgânico, fibras de bambu, biodegradáveis...

A mensagem é a mesma.

no próximo post da série moda, falarei sobre responsabilidade social.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Moda sustentável?!

Aproveitando o inicio de temporada da moda, com o maior evento da américa latina, o SPFW, vou fazer uma série de posts sobre o tema, mas ligado a sustentabilidade.

Tem vários blogs bacanas cobrindo a fashion week além dos sites oficiais.
Não é isso que vou fazer. Vou usar o tema moda, muito em alta esta semana, pra falar sobre sustentabilidade.

Será que moda dá pra ser sustentável?

Lembrando que pela definição, sustentável não esta relacionado só com meio ambiente, mas sim com o produto, ou negócio, em si. Ele tem que ser capaz de se sustentar, seja ecologicamente, sem agredir e sem explorar o ambiente, seja socialmente, ou economicamente.

É sobre isso que vamos falar essa semana, ações de moda que beneficiam grupos sociais, que encontram caminho no meio da crise e como não pode deixar de ser, produtos que não agridam o meio ambiente.

Já que este segmento é muito efêmero, com produtos e coleções várias vezes por ano, como fica o meio ambiente nessa história?
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

"A onda verde"

Vi uma noticia sobre ecobags, que me deixou animada.
No primeiro semestre de 2008 a rede de supermercados Pão de Açúcar vendeu mais de 90.000 ecobags a seus clientes. Uma média de 500 sacolas por dia.
Outras empresas seguem o exemplo e algumas grifes famosas também lançam suas ecobags... A um preço que não é acessível a maioria dos consumidores devemos questionar a sua preocupação com o meio ambiente e com a sustentabilidade na verdade.

Nós já passamos por três ondas de "sustentabilidade": a primeira, onde produtos ecológicos eram bregas, e vistos como uma moda hippie, coisa de ativista sem causa.
A segunda onda, viu-se que é realmente uma moda, e incitam um consumismo maior com a "causa verde". Fazem propaganda, vendem ecobags e achavam que isso era suficiente.
Agora espero estar vendo o inicio da terceira onda, onde designers, produtores e consumidores principalmente se preocupam realmente com o impacto dos produtos no meio ambiente.
Está certo que a maioria ainda acha que só ecobags resolve o problema.... resolve? melhora, diminui a quantidade de sacolas plásticas nas ruas, nos lixões, mas nós temos que ver como a sacola é produzida, como é utilizada, o quanto ela polui para ser feita.

Mas a noticia lá de cima, mostra que os consumidores estão tentando não é mesmo? É isso que enquanto consumidores temos que fazer: exigir produtos melhores e mais corretos. Enquanto designer, antes de produzir, pensar nestas questões. O meu produto pode ser menor, gastar menos material, pode ser reciclado? Pode ser reutilizado? pode ser feitos com recursos locais, que além de ajudar a economia do lugar onde vive, reduzirá a poluição durante o transporte?

Quanto tempo será que demora para que mudemos outros hábitos? levando esse cenário para outro lugar, numa quarta, ou quinta onda.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Reaproveitando Madeira

Vamos nos lembrar daqueles 3Rs? reciclar, reaproveitar, reduzir.

A designer Amy Hunting aproveitou estes conceitos, criando peças de mobiliário com resíduos da indústria moveleira da dinamarca.

As peças ficaram muito boas, simples, sem tentar parecer algo que não é, e sem apelar pelo "sustentável = feito-a-mão". Nem todo produto sustentável é artesanal, e nem todo produto artesanal é sustentável. A Amy Hunting consegue sair do clichê de produto sustentável.
Parabéns pelo trabalho.

Conheça mais do trabalho da Amy Hunting.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Fundo de garrafa...

Quem usaria isso?

O criador dessa peça quer aproveitar/reciclar garrafas de cerveja para óculos, literalmente, fundo de garrafa.

Espero que não seja sério uma proposta dessa, porque consigo imaginar umas dez razões para isso não ser um bom produto.

Pode ser uma boa crítica, mas para produto sustentável mesmo, precisa ser mais que isso.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Mudanças e novas regras para projetos de design

Excelente apresentação sobre problemas atuais da sociedade e como nós, designers, podemos mudar alguma coisa com mudanças projetuais.

Acho que cabe a crítica para todo mundo, de todas as profissões, sobre o que posso fazer melhor.

A apresentação além de um bom conteúdo tem um projeto gráfico maravilhoso, vale a pena ver só pelo design gráfico.


Rapid Change in Design: The Changing Landscape & New Rules for Design Project
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Camila

Design Emocional e Elementos Semiológicos para o Consumo da Joalheria no Universo Sustentável

O título aí de cima é de um dos artigos que nós publicamos no simposio internacional de design suistentável, onde fizemos algumas pesquisas sobre a joalheria e discutimos como a joalheria pode se tornar sustentável, ou como ela se comportará num futuro cenário sustentável.

Abaixo eu deixo o resumo do artigo, e o link, para quem quiser ler todo.

"O presente estudo tem a intenção de especular sobre novas possibilidades para a jóia num cenário de contexto sustentável. Tais possibilidades podem ser mudanças sociais, mudanças formais para a adequação a nova sociedade, mudanças nos arranjos estruturais que envolvem este objeto. Estas possibilidades são apresentadas a partir de estudos sobre o design emocional, sobre a atualidade da sociedade industrial capitalista e sobre semiologia e como eles podem ser interpretados na formação de um novo cenário sustentável. Assim, apresenta alguns aspectos que serão atribuídos a jóia e aos adornos corporais, entendendo este ultimo como uma categoria mais abrangente do que a jóia."

O artigo completo você pode ler aqui.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila