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Bonitinho, mas ordinário.

Ok, eu acho bonito, a forma é interessante, talvez seja resistente, mas não podia ter um acabamento? O Papel já esta comprometido pela cola, não podem nem falar que é para ajudar na reciclagem. Ia vender e durar mais com algum tipo de acabamento.

Original daqui.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Quando não podemos fazer...

Aulas de prática, professores passando briefing específico e apertado, geração de alternativa e ideias sendo contadas no quilo...
Quem fez design de produto passou por isso inúmeras vezes.
Algumas vezes com projetos maravilhosos, ideias sensacionais, que arrancaram aplausos dos professores, outros que foram feitos tão "nas coxa" que passaram só porque fizeram tudo que foi pedido.
Agora, acho que muitas pessoas passaram por uma fase durante o processo que chegaram a uma solução super bacana, um produto que resolvia o problema, era bonito, era produzível, todo mundo gostou muito, menos o professor, que era quem "deixava" ou não continuar a fazer o projeto.
Esse projeto meu e da Fernanda, Vértebra, foi um desses. Chegamos numa alternativa super bacana, mas o professor de prática na época, Jack, achou que "ah, gasta muito material, tenta desse jeito." E nós não fizemos do nosso jeito, tivemos que fazer o dele, pois cada solução que apresentávamos, ele não gostava, queria a dele.
Isso foi há uns tres anos.
Hoje, navegando por aí, achei um projeto, identico ao Vértebra, antes do prof. Jack vetá-lo e mandar fazer do jeito dele. Exatamente a mesma coisa. e Claroq ue muito mais bacana do que o que foi apresentado.
Olha só:
Este é o projeto da finlandesa Inno, super bacana.Esse é o que fomos obrigadas a apresentar, com as prateleiras encaixando na haste como num projeto que ele tinha visto, pra pendurar plantas.

Pode? o primeiro infinitamente melhor.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Moda sustentável?!

Aproveitando o inicio de temporada da moda, com o maior evento da américa latina, o SPFW, vou fazer uma série de posts sobre o tema, mas ligado a sustentabilidade.

Tem vários blogs bacanas cobrindo a fashion week além dos sites oficiais.
Não é isso que vou fazer. Vou usar o tema moda, muito em alta esta semana, pra falar sobre sustentabilidade.

Será que moda dá pra ser sustentável?

Lembrando que pela definição, sustentável não esta relacionado só com meio ambiente, mas sim com o produto, ou negócio, em si. Ele tem que ser capaz de se sustentar, seja ecologicamente, sem agredir e sem explorar o ambiente, seja socialmente, ou economicamente.

É sobre isso que vamos falar essa semana, ações de moda que beneficiam grupos sociais, que encontram caminho no meio da crise e como não pode deixar de ser, produtos que não agridam o meio ambiente.

Já que este segmento é muito efêmero, com produtos e coleções várias vezes por ano, como fica o meio ambiente nessa história?
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Embalagens orientais

Recentemente descobri o escritório Bonanza Design de Taiwan, que faz embalagens, sites, branding, tem uns produtos muito bons.
Chamo de muito bons por algumas razões que aprendi que fazem o sucesso de um produto:
1 - Eu não preciso entender a língua ou a escrita deles para entender o que é o produto.
2 - Tem cara de oriente, mesmo antes de descobrir de onde era o escritório, pensei "é do oriente, japão, tailândia talvez".
3 - é bonito, funcional, sem excessos, sem exageros, e sem futilidade (que acontece algumas vezes com produtos japoneses, na minha opinião).




"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

O título bastará.

Quando começo um projeto, sempre tenho um apelido para me referir a eles, mas quando eles estão prontos e tenho que dar um nome para mostra-lo a clientes, colocar no portfólio, a coisa toda se complica. Um nome é alguma coisa especial, temos que dar um nome que resume o produto, que por si só fale o que é.
Só eu tenho essa dificuldade? Um filho a gente fica 9 meses pensando qual será o seu nome, e cada projeto, pra mim, é como um filho, que tenho só algumas semanas (quando muito) para dar-lhe um nome, que lhe venda.

Sobre isso Saramago escreveu no seu blog, mas para nomes de livros, mas acredito que são muito parecidos.

Livro

By José Saramago

Estou às voltas com um novo livro. Quando, no meio de uma conversação, deixo cair a notícia, a pergunta que me fazem é inevitável (o meu sobrinho Olmo fê-la ontem): e qual vai ser o título? A solução mais cómoda para mim seria responder que ainda não o tenho, que precisarei de chegar ao fim para me decidir entre as hipóteses que se me forem apresentando (supondo que assim seria) durante o trabalho. Cómoda, sem dúvida nenhuma, mas falsa. A verdade é que ainda a primeira linha do livro não havia sido escrita e eu já sabia, desde há quase três anos (quando a ideia surgiu), como ele se iria chamar. Alguém perguntará: porquê esse segredo? Porque a palavra do título (é só uma palavra) contaria, só por si, toda a história. Costumo dizer que quem não tiver paciência para ler os meus livros, passe os olhos ao menos pelas epígrafes porque por elas ficará a saber tudo. Não sei se o livro em que estou a trabalhar levará epígrafe. Talvez não. O título bastará.

Em: O caderno de Saramago
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Resoluções de Ano novo

A maioria das pessoas fazem resoluções de ano novo, planejam mudanças em suas vidas, fazem listas de atividades a serem cumpridas durante o ano que começa.

Para empresas isso é mais importante, e também é levado mais a sério, pois dependem dessas "resoluções" para se manter no mercado.

Acontece que muitas pessoas não conseguem cumprir o que se propõem, porque as promessas não são específicas o suficiente para isso, e o ser humano tem bloqueios para a mudança. É como a lei da física de menor esforço, o universo sempre tende para o estado de menor energia possível. Quanto mais estável, mais quieto melhor. Com o nosso corpo não é diferente.

O que podemos fazer é estabelecer metas mais específicas, mais realistas e mais fáceis de serem atingidas.

Ou se você tem um sonho de ter alguma coisa grande, crie metas menores que possibilitem alcançar este sonho mais facilmente, sem ir direto a ele. Quem sabe ele não fica pro outro ano, como uma pequena meta, já que nesse você fez todas as primeiras etapas?

  1. Divida suas metas em pequenas metas;
  2. Seja realista quanto a sua capacidade (física, financeira, emocional, etc.)
  3. Estabeleça prazos e dê um jeito de se lembrar deles.
  4. Seja específico, sempre (ex.: comer melhor? coloque: comer mais salada no almoço, ou pelo menos duas frutas por dia, ou menos salgados na hora do lanche... etc...)
  5. Compartilhe, publique, saber que outras pessoas sabem das suas metas pode ser um impulso para fazer a maioria delas.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila

Mudanças e novas regras para projetos de design

Excelente apresentação sobre problemas atuais da sociedade e como nós, designers, podemos mudar alguma coisa com mudanças projetuais.

Acho que cabe a crítica para todo mundo, de todas as profissões, sobre o que posso fazer melhor.

A apresentação além de um bom conteúdo tem um projeto gráfico maravilhoso, vale a pena ver só pelo design gráfico.


Rapid Change in Design: The Changing Landscape & New Rules for Design Project
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Camila

Porque Design?

O design é decisivo nas escolhas e decisões.

Hoje, preço, qualidade e tecnologia não são mais diferenciais de produtos, a comodidade, a sensação e o prazer que eles proporcionam, sim.

As empresas tem que alinhar todas as suas ações, seus produtos, marca, e discurso dentro do mesmo tema, para que o consumidor não só se atraia pelo produto oferecido, mas também que acredite no que o produto fala, que é um reflexo da identidade da empresa.

Isso hoje é tão importante ou mais que preço... O designer trabalha para alinhar estes pontos e oferecer ao consumidor mais do que o esperado, porque o básico todos os seus concorrentes já oferecem.
"Nada pode o olvido, contra o sem sentido apelo do não."
Camila